Alerta Política Nacional Teresa Bergher

O tiro que pode sair pela culatra

Vejo com preocupação a possível flexibilização de acesso a armas de fogo no nosso país. Pontuo, como principal justificativa, estar o Brasil entre os países com maiores índices de homicídios no mundo. Cerca de 60 mil pessoas foram assassinadas somente no ano passado, os jovens e os negros, disparadamente, sendo os mais atingidos. Está comprovado: quanto mais armas em circulação, mais crimes. Penso que a facilidade e proximidade de uma arma, em muitos casos, servirá de álibi para justificar ações covardes de passionalidade. Não vejo sua aquisição como solução para a auto defesa do cidadão, por despreparo e questões culturais, além do equilíbrio que esta solução exige.
A indústria de armas está de plantão, pronta para os aplausos.

Professora por formação, comecei a fazer política há 35 anos, ao lado do meu marido, o falecido deputado Gerson Bergher. Fui subprefeita de Copacabana e administradora regional da Maré. Estou no meu quarto mandato parlamentar, e sou reconhecida como uma fiscalizadora implacável do orçamento municipal do executivo, além de presidir hoje com muito êxito a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos na Câmara Municipal do Rio.

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