Parece que está muito distante a melhora nos serviços prestados pelo BRT ao cidadão. Qual a razão que levou à falta de interesse de empresas ao não participarem do pregão eletrônico, realizado na última quarta-feira, envolvendo mais de 400 milhões, para a compra de 307 ônibus articulados para atender ao BRT?
Será que houve boicote como declarou o Prefeito? Será que pesou a insegurança jurídica apregoada por alguns empresários? Ou tudo não passa de um faz de conta para restabelecer o poder das empresas de ônibus?
Ficam os questionamentos, mas também a certeza de que a Prefeitura, ao assumir o BRT, no que não discordo, deveria ter planejado solução para atender ao usuário, ao trabalhador, que utiliza essa modalidade de transporte, e precisa ser tratado com o mínimo de respeito e dignidade. Há coisas que dependem exclusivamente do Município, como fiscalização, e a presença mais efetiva da guarda municipal no embarque e desembarque de passageiros.

Professora por formação, comecei a fazer política há 35 anos, ao lado do meu marido, o falecido deputado Gerson Bergher. Fui subprefeita de Copacabana e administradora regional da Maré. Estou no meu quarto mandato parlamentar, e sou reconhecida como uma fiscalizadora implacável do orçamento municipal do executivo, além de presidir hoje com muito êxito a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos na Câmara Municipal do Rio.

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